Verdejo, Alonso

[N. ?, ? – m. ?, ?] Governador. Sargento-mor do castelo de S. Filipe, no Monte Brasil, era, no dizer de frei Diogo das Chagas (1989: 265), «mui honrado castelhano e grande Portugues». Em 1610, Alonso Verdejo já residia em Angra, pois aparece como contribuinte, com 2.000 réis, no donativo para se fazer uma praça nova na cidade (Maldonado, 1997, 3: 279-280). Após a morte do governador do castelo D. Gonçalo Mexia, em 23 de Outubro de 1618, Alonso Verdejo exerceu o ofício de governador até à chegada do novo titular. José Damião Rodrigues

Bibl.: Chagas, D. (Fr.) (1989), Espelho Cristalino em Jardim de Várias Flores. Direcção e prefácio de Artur Teodoro de Matos, colaboração de Avelino de Freitas de Meneses e Vítor Luís Gaspar Rodrigues, Angra do Heroísmo-Ponta Delgada, Secretaria Regional da Educação e Cultura/Direcção Regional dos Assuntos Culturais – Universidade dos Açores/Centro de Estudos Doutor Gaspar Frutuoso. Maldonado, M. L. (Padre) (1989-1997), Fenix Angrence. Transcrição e notas de Helder Fernando Parreira de Sousa Lima, Angra do Heroísmo, Instituto Histórico da Ilha Terceira, 3 vols..