Santos, Nuno Costa

[N. Lisboa, 10.9.1974] De uma família açoriana foi criado em S. Miguel. Frequentou a Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, onde dirigiu a revista Inventio. É jornalista, redactor de A Capital, e colaborador do Diário de Notícias, da revista Ler e da Grande Reportagem. Nos Açores colaborou na Ilhas e na Focus. Tem trabalhado também para a televisão, como editor dos programas «Serviço Público» e «O Trabalho», na RTP2 e como redactor de «Primeira Página», na RTP1

É um dos autores mais representativos da novíssima poesia açoriana; foi o responsável por uma antologia poética portuguesa editada no México e fundou uma pequena editora chamada Livramento. J. G. Reis Leite

Obras. (2003), Dez regressos. Lisboa, Ed. Salamandra. (2005), Os dias não estão para isso. S.l., Ed. Livramento.

 

 

Adenda
(…)
É diretor da revista literária Grotta e do Encontro Arquipélago de Escritores. É escritor, tendo vindo a colaborar ao longo dos anos com diversos jornais e revistas, tais como o DNA, Açoriano Oriental, Jornal dos Açores, Sábado, O Observador, Inimigo Público e A Bola, com a rubrica O Glorioso. Foi também autor de crónica teatral para a revista Sábado, no suplemento Tentações.
É autor dos livros Céu Nublado com Boas Abertas (Quetzal), Morrer é Não Ter Nada nas Mãos (poesia), A Mais Absurda das Religiões (crónica), Dez Regressos (Salamandra), O Inferno do Condomínio (Gradiva), Os Dias Não Estão para Isso (Livramento), Às Vezes é um Insecto que Faz Disparar o Alarme (Companhia das Ilhas), Trabalhos e Paixões de Fernando Assis Pacheco (Tinta da China) e foi o coordenador de Ventana a la Nueva Poesía Portuguesa, editado no México e de peças de teatro como I Don´t Belong Here, Em Mudanças, Mundo Distante, Condomínio da Rua, É Preciso Ir Ver – uma Viagem Com Jacques Brel, do conjunto de peças Urgências, Stand-Up Tragedy, Portugal, uma Comédia Musical e ainda do guião do musical O Assobio da Cobra.
Como argumentista, assinou documentários sobre escritores como Ruy Belo, Era Uma Vez, Saudade Burra de Fernando Assis Pacheco, José-Augusto França – Liberdade Cor de Homem, Fazer Versos Dói, sobre J.H. Santos Barros e Com Perfume e com Veneno, a partir da obra de Álamo Oliveira, estes últimos dois da Alga Viva Produções, fundada em 2020, com Sara Leal. Ainda no mundo do cinema e da televisão, foi autor do filme Discos Perdidos/Noite de Festa, A Viagem Autonómica, do programa Melancómico no canal Q e RTP 3, atualmente na Antena 3, do programa Portugal FM, da RTP 1, foi criativo e ator do programa Zapping, da RTP-2, editor do programa Serviço Público e O Trabalho, ambos da RTP-2, autor de vídeos para os programas Boa Noite Alvim, da SIC Radical e 5 para a Meia Noite, da RTP 2, sendo, também, autor das crónicas Falar para Dentro e Portugal, um Retrato Pessoal, do canal Q e membro de redação do programa Primeira Página, da RTP-1.
Na rádio, foi coordenador criativo do Rádio Clube Português e autor na estação dos programas Quase Famosos, E Se, Melancómico e da rubrica No Sofá.
Foi co-fundador, co-autor e co-editor de Manobras de Diversão (teatro e TV), co-autor do programa Canções de Auto-Ajuda, da Vodafone FM, é membro do grupo “É a Cultura, Estúpido!” (Jardim de Inverno do São Luiz) e formador na área da escrita criativa (Restart).
Fez parte da equipa do Azores 2027, na candidatura de Ponta Delgada - Açores a capital europeia da cultura, sendo responsável pelas áreas da participação e do desenvolvimento de públicos. Ranu Costa (2022)