Reis, Célia Maria Ferreira

Reis, Célia Maria Ferreira [N. Ventosa, Torres Vedras, 6.5.1964] Investigadora. Habilitada com uma licenciatura em História, pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, bem com o mestrado em História dos séculos XIX e XX, obtido na mesma instituição, tem-se dedicado à investigação, para além do exercício da docência no ensino secundário, desde 1989. As áreas de investigação abrangem a África e o Oriente, mas também a história local portuguesa, nomeadamente o concelho de Torres Vedras e os Açores. Os temas desenvolvidos pela autora incidem na temática da Inquisição, bem como a fase inicial da oposição à Ditadura Militar. Carlos Enes

Obras Principais. (1988), As Visitações da Inquisição à Ilha Terceira em 1575 e 1619, Boletim do Instituto Histórico da Ilha Terceira, Angra do Heroísmo, XLV: 665-686. (1988), Para o Estudo do Quotidiano Açoriano no Último Quartel do Século XVI, Boletim do Instituto Histórico da Ilha Terceira, Angra do Heroísmo, XLV: 705-753. (1989), A Visitação de Marcos Teixeira aos Açores em 1575 in Inquisição. Comunicações apresentadas ao 1.º Congresso Luso-Brasileiro sobre Inquisição realizado em Lisboa, de 17 a 20 de Fevereiro de 1987. Lisboa, Sociedade Portuguesa de Estudos do Século XVIII, Universitária Editora, I: 277-289. (1990), Cristãos-Novos de Angra (1575-1619), Boletim do Instituto Histórico da Ilha Terceira, Angra do Heroísmo, XLVIII: 349-361. (1990), A Revolta da Madeira e Açores (1931). Lisboa, Livros Horizonte. (1991), A Inquisição em Angra, Islenha, Funchal, n.º 8, Janeiro-Junho: 39-54. (1991), Os Correios nas Ilhas Atlânticas. Notas sobre a sua Existência na Primeira Metade do Século XIX, Islenha, Funchal, n.º 9, Julho-Dezembro: 70-75.

 

 

Adenda
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Atualmente é professora no Agrupamento de Escolas Henriques Nogueira de Portugal.
Em 2019 recebeu, do Instituto Cultural de Macau, uma de seis Bolsas de Investigação Académica para o seu projeto “Macau na instituição parlamentar portuguesa: 1821-1999”. E foi uma das vencedoras do prémio “Fundação Oriente - Embaixador João de Deus Ramos”, pela obra O Poder entre Lisboa e o Oriente – Persistências e Mudanças na Administração – Do Ultimato ao Ato Colonial. Ranu Costa (2022)