marés

Segundo Agostinho (1965), é nome usado entre os pescadores açorianos para referir muitos dos cabeços submarinos, existentes quer perto das ilhas quer nos espinhaços submersos, onde geralmente abunda o peixe atraído pela quantidade de algas que as condições de luminosidade, embora fracas, lá deixam vegetar. [Ver bancos submarinos]. Luís M. Arruda

Bibl. Agostinho, J. (1965), O fundo do mar ao redor dos Açores. O Telégrafo, Horta, 18 de Março [Do Ecos do Marítimo].