Correio da Horta
Jornal que se publica na cidade da Horta desde 4 de Dezembro de 1930. Inicialmente tri-semanário passou a diário, situação que se mantém. Foram seus primeiros directores Raposo de Oliveira e Osório Goulart que tinham como chefe de redacção Constantino Magno do Amaral Jr.. Jaime Romano de Freitas foi seu primeiro proprietário e editor e José de Carvalho de Lacerda Azevedo, administrador. A redacção, a administração e as oficinas de composição continuam a funcionar na Rua Ernesto Rebelo, 5, onde antes funcionara o Jornal da Horta, o Eco Cedrense (2ª série), O *Correio da Horta (2) e A *Democracia. É propriedade da diocese de Angra, desde 1977.
No editorial, Ao que vimos, entre outros objectivos refere: «Ventilaremos as questões que interessam particularmente à vida colectiva do distrito da Horta, nas suas várias modalidades sociais e políticas, bem como as nacionais, norteados pelos interesses sagrados da comunidade e dentro do respeito devido às instituições vigentes no nosso país». Em 1 de Março de 1934 apresentava-se como órgão da União Nacional, legenda que deixou de apresentar em 2 de Dezembro de 1955, substituída, sucessivamente, por «Diário Nacionalista em defesa do distrito», «Diário da tarde», «Diário regional e informativo» e «Diário».
O nome de Raposo de Oliveira deixou de aparecer no cabeçalho do jornal em 10 de Março de 1931 por ter sido nomeado governador-substituto do distrito da Horta. Reapareceu a 20 de Agosto do mesmo ano, após exoneração daquele cargo. A 5 de Dezembro de 1931 a direcção era assumida por Constantino Magno do Amaral Jr., que se manteve até à sua morte em 25 de Março de 1947. Manuel Silveira de Medeiros substituiu-o por poucos dias (27.3.1947 5.4.1947) dando lugar, sucessivamente, a Jaime Leal Páscoa (7.4.1947 2.12.1955), Raposo de Oliveira (4.12.1955 - 29.6.74), Fernando Faria Ribeiro (1.7.1974 6.7.1987), Francisco Pimentel Gomes (7.7.1987 3.12.1996), Fernando Faria Ribeiro (4.12.1996 3.12.1997) e Ruben Rodrigues (desde 4.12.1997). Luís M. Arruda (2002)
Bibl. Correio da Horta (2000), 4 de Dezembro.
