Cofaco - Comercial e Fabril de Conservas, Lda

Oriunda de Vila Real de Santo António, quando sociedade por quotas, estabeleceu-se simultaneamente em duas pequenas unidades preexistentes na Areia Larga da vila da Madalena, na ilha do Pico, e na Calheta da cidade de Ponta Delgada, na ilha de S. Miguel. Em 1964 iniciou a construção de modernas instalações noutro local da mesma Areia Larga, por mais de uma vez ampliadas, detendo ainda hoje o título de maior fábrica de atum de todo o Portugal. O seu máximo de laboração foi atingido em 1975. Além de receber pescado doutros armadores, sempre teve embarcações próprias, num máximo de 13 cascos em madeira de construção local, progressivamente substituídos por outros dez de maior porte, em fibra de vidro, uns e outros constituindo a famosa frota encarnada de captura de tunídeos. Só na ilha do Pico, entre mulheres e homens utilizados na indústria de processamento do pescado e tripulações das traineiras, dá emprego a mais de 400 pessoas. Daqui resulta que a Cofaco contribuiu decisivamente para o desenvolvimento económico da ilha, de modo especial do concelho da Madalena.

Com sede nos Açores desde 1975, transformou-se em 1987 em Sociedade Anónima e, em 1998, por incorporação de capital público, passou a chamar-se Cofaco – Açores.

Uma grande fábrica de conservas de peixe foi erguida de raiz, em 1992, em Rabo de Peixe, ilha de S. Miguel. Tomaz Duarte Jr. (2002)