Carvalho, Dâmaso José (Pe.)

 [séc. XVIII] Natural da ilha de S. Miguel, clérigo regular e bacharel formado nos Santos Cânones pela Universidade de Coimbra, foi autor da Oração fúnebre, recitada na Igreja de Nossa Senhora da Esperança, nas exéquias de António Borges de Bettencourt, Fidalgo da Casa de S. M. F. Sargento-mor do Presídio do Castelo de S. Brás na cidade de Ponta Delgada, no dia 11 de Julho de 1772 que ofereceu a D. Antão de Almada, conselheiro do rei e governador e capitão-general das ilhas dos Açores. Fora presbítero do hábito secular de S. Pedro, comissário do Santo Ofício, beneficiado da matriz de Ponta Delgada e aqui e em seu termo ouvidor e visitador, com a faculdade de administrar o sacramento da confirmação, além de desempenhar as funções de juiz dos resíduos, por D. Fr. José de Avé Maria. João Silva de Sousa (Abr.2001)

Obra. (1772), Oraçaõ Funebre que nas Exequias de Antonio Borges de Bitancourt, fidalgo da Casa de S. Majestade Fidelissima, Sargento Mór do Presidio do Castelo de S. Braz da Cidade de Ponta Delgada, e das Ordenanças de toda a ilha de S. Miguel, a cujo cargo estava o Governo das Armas da mesma ilha. Lisboa, Regia Officina Typographica.

 

Bibl. Arquivo dos Açores (1983), Ponta Delgada, Universidade dos Açores, XI: 530-539. Pereira, J. A. (1939), Padres Açoreanos. Bispos – Publicistas – Religiosos. Angra do Heroísmo, União Gráfica Angrense: 35. Silva, I. F. (1867), Diccionario Bibliographico Portuguez. Lisboa, Imp. Nacional, II: 120 [“Dicionário de Inocêncio”].