Baleeiro

GENEALOGIA Família da ilha Graciosa. O mais antigo membro que se identifica é Pedro Fernandes Baleeiro, que viveu no princípio do século XVII, e foi pai de Francisco Fernandes Baleeiro, escrivão dos Órfãos da Graciosa, por carta régia de 4.6.1660 (IAN/TTa: 225); este foi pai de Manuel Fernandes Baleeiro, cavaleiro fidalgo da Casa Real por alvará de 23.12.1719 (IAN/TTb: 173); e este, por sua vez, foi pai de Manuel Fernandes Baleeiro, nascido em Santa Cruz da Graciosa, capitão de ordenanças, escudeiro e cavaleiro fidalgo da Casa Real, por alvará de 19.2.1720 (IAN/TTb: 249) e fidalgo de cota de armas, por carta de brasão de 17.1.1720: um escudo esquartelado de Fernandes, Baleeiro, Viegas e Ataíde, por diferença um trifólio de prata e timbre dos Fernandes (Moniz, 1883: 263, 269). Existe em Santa Cruz da Graciosa, propriedade de Raul Correia da Silva, uma bela pedra de basalto, com estas armas esculpidas. Com descendência que não usa o apelido. Jorge Forjaz e António Maria Mendes (2000)

HERÁLDICA Usam as armas dos Beliago: De azul, com uma banda de ouro carregada de três rosas naturais de vermelho, folhadas de verde, e ladeada de duas cotas de armas de prata; ponta ondada de prata e azul. Timbre: cabeça de baleia de sua cor, saindo-lhe da boca um ramo de ouro com três rosas de vermelho. Luís Belard da Fonseca (2000)

Bibl.   Instituto de Arquivos Nacionais/Torre do Tombo (Lisboa)(a), Chancelaria de D. Afonso VI, liv. 27. Id. (b), Mercês de D. João V, liv. 11. Moniz, A. B. C. (1883), Ilha Graciosa (Açores): descripçao historia e topographica. Angra do Heroísmo, Imp. da Junta Geral.