alho-bravo

Existem nos Açores alhos espontâneos ou subespontâneos, alguns dos quais são, por vezes, também usados em culinária. Palhinha (1966) assinala a existência do Allium roseum em Santa Maria, S. Miguel e Terceira, do Allium subhirsutum, Allium paniculatum e Allium vineale, em S. Miguel, e ainda do Allium ampeloprasum, subespontâneo em S. Miguel e S. Jorge; no entanto, não refere a existência desta última espécie subespontânea na Graciosa, que é a ilha onde se verifica talvez o seu aparecimento com maior frequência, nas pastagens e até próximo da orla marítima. Segundo alguns autores, as qualidades dos vários alhos são idênticas embora possam variar em grau maior ou menor. Raquel Costa e Silva (1998)

Bibl. Bown, D. (1995), The Royal Horticultural Society, Encyclopedia of Herbs & Their Uses. Londres: 234. Grieve, M. (1975), A Modern Herbal, Londres, Jonathan Cape Ltd.: 342. Palhinha, R. T. (1966), Catálogo das Plantas Vasculares dos Açores. Lisboa, Sociedade de Estudos Açoreanos Afonso Chaves: 136-137. Segredos e Virtudes das Plantas Medicinais (1990). Lisboa, Selecções do Reader’s Digest: 309. The New Royal Horticultural Society Diccionary of Gardening (1992), Londres, MacMillan Press Ltd., I: 107- 108, 112.