agulha
1 Segundo Sampaio (1904) (como Esox belone), Collins (1954) e Wood e Williams (1974), é o nome vulgar da espécie de peixe Belone belone, subespécie B. belone gracilis (Belonidae). O corpo é alongado, pouco comprimido em secção transversal. Ambas as maxilas estendidas formam um focinho longo, em forma de bico. Espécie epipelágica, nerítica, alimenta-se de pequenos peixes que captura virando para os lados o bico. Habita o Atlântico, desde a Noruega e a Irlanda até às Canárias, e o Mediterrâneo, tendo a sua ocorrência, nos Açores, sido registada por Hilgendorf (1888), como B. vulgaris.
Da mesma família, no mar do arquipélago, ocorre também a espécie Platybelone argalus, registada por Fowler (1919) (como B. trachura). O seu corpo é também alongado, mas de forma pentagonal em secção transversal, e com pedúnculo caudal fortemente deprimido que o distingue de todas as outras formas de peixe-agulha. De distribuição tropical e subtropical, é conhecido apenas dos Açores na área do Atlântico oriental, a norte de Cabo Verde. O registo para os Açores, por Fowler (1936), da espécie Tylosurus acus (como Strongylura acus), da mesma família, que ocorre ao largo de Marrocos e no Mediterrâneo, necessita de confirmação. Luís M. Arruda (2006)
2 Peça do moinho e da atafona que permite aproximar ou afastar a mó superior da mó inferior. 3 Duas pedras semi-enterradas no solo onde assenta a luvadoura. agulhas Paus que se prendem ao cabeçalho do carro de bois para o reforçarem (Coelho, 1962). João Saramago e José Bettencourt (2006)
Bibl. Collins, B. L. (1954), Lista de peixes dos mares dos Açores. Açoreana, 5, 2: 103-142. Fowler, H. W. (1919), The fishes of the
