?Madonas de Ouro Preto?
Sobre
Com curadoria de Bel Gurgel e som de Marcus Caparelli, “Madonas de Ouro Preto” é constituída por dezoito obras do artista Carlos Mota, às quais se junta a composição musical.
No texto de apresentação da exposição, a curadora diz que Carlos Mota “com sua pintura, nos ilumina o olhar, com a sensação de estarmos saindo de dentro das minas, guiados por sua lanterna/pictórica, que iluminando a negra pele das pedras, nos retira com sua bruma e nos profetiza sobre as dificuldades a serem enfrentadas pela travessia contemporânea em ressignificar o património colonial”.
“Com seus fluxos de luz projeta saídas que nos levam para o futuro do pensar sobre o elemento histórico do iluminismo colonial, escravocrata do século XVIII como fato geocultural de se pensar o futuro na glocalização das serras mineiras no planeta”, acrescenta Bel Gurgel.
Pode ser apreciada no Foyer (salão do 1.º piso) do Coliseu Micaelense, de terça a sexta-feira entre as 14h00 e as 18h00, de 12 de abril até 10 de maio.
Carlos Mota, recorde-se, é formado em Arquitetura de Interiores pelo CAD – Centre des Arts Décoratifs, em Bruxelas. Entre 1994 a 1998 foi aluno de pintura de Toma Roata e de Desenho de Jacques Richard, École des Arts D’lxelles, Bruxelas.
Reside e trabalha em Lisboa.
Já promoveu inúmeras exposições individuais nos Açores, na Madeira, no continente português e no estrangeiro, nomeadamente no Brasil, Canadá e Estados Unidos da América.
Também integrou diversas exposições coletivas em Portugal, Espanha, Itália, Bélgica e Bermuda. As suas obras integram coleções em Portugal, Espanha, Itália, Bélgica, Alemanha, Holanda, Dinamarca, México, Brasil, Canadá e Estados Unidos da América.
