Arquipélago - Exposição Coletiva - Artes Pásticas
Sobre
A Academia das Artes dos Açores inaugura, no próximo dia 19 de Janeiro, pelas 18:30, a Exposição colectiva ARQUIPÉLAGO, o evento inaugural da Academia das Artes na programação do recentemente criado Espaço Cultural da Graça. Segundo as palavras do seu Presidente, Luís Filipe Franco, ao orientar a sua atenção para a realidade artística insular com a presente Exposição, a Academia das Artes dos Açores inaugura uma nova fase da sua vida, incrementando a divulgação e promoção dos Artistas/Criadores dos Açores junto de todos os açorianos, não só ao nível da mostragem de novos talentos, bem como de discursos estéticos e artísticos alternativos. A presente Mostra reflecte um universo artístico ilustrativo da evolução e dinâmica das artes plásticas nos Açores, devido, em grande medida, ao surgimento, nas últimas duas décadas, de iniciativas particulares ao nível individual e colectivo que, através da sua acção, determinaram uma mudança histórica na divulgação e promoção da Arte feita nos Açores ou por Artistas Açorianos, processo no qual a Academia se orgulha de ter tido uma presença preponderante. A comunidade artística açoriana é bem mais vasta que o grupo de artistas aqui representado; mas, conhecedores deste facto, com "Arquipélago" pretendemos agregar um conjunto de artistas plásticos de diferentes linguagens/disciplinas e gerações, pondo-os em confronto, e deste modo potenciar uma pluralidade estética necessária ao nosso contexto criativo insular e proporcionar ao público uma possível leitura global do panorama artístico regional. Sem pretender analisar tecnicamente a participação dos Artistas presentes, com base no universo dos trabalhos expostos, podemos dividir as participações em três grupos geracionais, o que, de algum modo, nos ajuda a "ler" e a entender as suas filiações/opções estéticas. Constituem o primeiro grupo os artistas Álvaro Raposo França (1940) e Tomás Vieira (1938); o segundo grupo é formado por Urbano (1959), Francisco Cogumbreiro (1959), Luís França (1953), Filipe Franco (1961), Carlos Mota (1963) e Nina Medeiros (1963). Por fim, um terceiro grupo mais jovem a ser formado por André Almeida e Sousa (1974), Paulo Damião (1975), Sofia de Medeiros (1975), Daniel Oliveira (1975), Gabriel Garcia (1977) e Andreia Luís (1982). De entre as várias participações, destaca-se a presença de expressões como o vídeo, através de Andreia Luís; a consolidação da escultura de forma plural nos Açores, através de Álvaro Raposo França, Daniel Oliveira e Sofia Medeiros; e a presença de disciplinas como desenho e gravura, respectivamente apresentadas por Francisco Cogumbreiro (depois de ausência prolongada) e Nina Medeiros. De outro modo, deve-se referenciar a presença inaugural de Gabriel Garcia no contexto cultural Açoriano. segunda a sexta: das 13h00 às 18h00 sábados: das 10h00 às 13h00 domingos: das 13 às 17 horas.
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